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Foto do escritor: Lucas Freire
Lucas Freire
há 24 horas
4 min de leitura

Nascida a partir do encontro das águas do mar e dos rios, a pororoca é uma onda grande e estrondosa que desafia a correnteza em direção a nascente. Inspirada na natureza que agrega e resiste, o Coletivo Pororoka surgiu como uma mobilização para impedir o avanço da extrema direita em Belém, durante as eleições municipais de 2020. Nossa atuação se expandiu desde então, mas nunca esquecemos de onde partimos. 


E nós entendemos que nadar livremente contra a maré é uma escolha que só existe na democracia. 


Pela Soberania do Brasil, votamos em Lula.


Desde a invasão da Venezuela, está provado que os Estados Unidos possuem um plano de dominação para a América Latina. O Brasil representa uma peça central, devido aos bens comuns lidos como recursos estratégicos, relevância econômica e política, relações com a China e influência regional.


A família Bolsonaro articula com Trump a interferência dos EUA nas eleições brasileiras e sanções ao país para enfraquecer Lula: tarifaços, ameaças ao pix e classificação do PCC e CV como organizações terroristas, que servem somente para justificar ações militares dos Estados Unidos no Brasil.


A vitória de Flávio Bolsonaro significa entregar um Brasil soberano de bandeja para outro país.


Nunca esqueçamos que foi o governo americano que apoiou a instalação da ditadura civil-militar-empresarial de 1964. Foram 21 anos de violência institucionalizada, morte e tortura de brasileiros. 


Nunca mais.


Por acabar com as Bets, votamos em Lula


Mesmo diante da pressão dos setores que mais lucram com as apostas online, Lula determinou o fim das BETS por entender que o vício em jogos virou uma questão de Saúde Pública. 


Entre 2018 e 2025, os atendimentos do SUS relacionados ao vício em jogo patológico e problemas com apostas cresceram cerca de 140%.  


Na Economia, as Bets viraram o maior fator de endividamento das famílias, principalmente as de baixa renda.  No primeiro semestre de 2024, 1,3 milhão de brasileiros não conseguiram pagar suas contas por causa das BETS.


O dinheiro que vai para a aposta, também deixa de circular: de 2023 a 2026, as BETS tiraram R$143 bi do PIB do comércio nacional.


Pelo fim da escala 6x1, votamos em Lula


Lula defende ativamente o fim da escala 6x1 como uma conquista essencial para garantir ao trabalhador mais tempo de descanso e convívio com a família. A PEC do Fim da Escala 6x1 implementa a regra de dois dias de descanso a cada cinco trabalhados, jornada de trabalho de até 40 horas semanais e proíbe a redução de salários. 


Flávio Bolsonaro nunca se manifestou a favor da proposta e articulou, junto com seu coordenador de campanha Rogério Marinho (PL-RN), o esvaziamento do Senado para que a pauta não fosse votada antes do 1º turno das Eleições.


Por um Brasil que respeita a diversidade, votamos em Lula


O Brasil é um Estado laico, sem religião oficial e com liberdade de crença. Ou seja, a fé de todos deve ser respeitada, segundo a nossa Constituição Federal. Em seus três mandatos como presidente da República, Lula nunca priorizou um grupo religioso e sua visão de mundo para criar políticas públicas. 


Por outro lado, a ascensão do Bolsonarismo está diretamente ligada ao uso da religião para alavancar pautas conservadoras que perseguem políticas e direitos voltados para minorias sociais, gênero e diversidade. Quem perde? Negros, mulheres, população LGBTQIAP+, povos indígenas, crianças e adolescentes. 


Por que ninguém deve passar fome, votamos em Lula


Desde o primeiro mandato, em 2003, Lula é comprometido com a erradicação da fome no Brasil. Criou o Programa Fome Zero, conjunto de políticas públicas que garantiram comida no prato, transferência de renda e fortalecimento da agricultura familiar. 


Como resultado, em 2014, o Brasil saiu pela primeira vez do Mapa da Fome da ONU.


Mas o país voltou para a lista em 2021 sob o governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio.




Por que Cultura importa, votamos em Lula


Como presidente, Lula ampliou recursos orçamentários para a Cultura, criou programas de fomento em âmbito nacional, leis e editais de incentivo que chegam em artistas, músicos, peças de teatro, festivais, filmes a nível federal, estadual e municipal. Em 2023, Lula recriou o Ministério da Cultura, extinto por Jair Bolsonaro, pai de Flávio. 


Agora, Lula promete levar as políticas públicas da Cultura para a Constituição Federal para que sejam continuadas, independente de governo. 


Por outro lado, o governo Bolsonaro reduziu o orçamento da Cultura em 63%, com menos projetos aprovados e valores repassados por meio de leis de incentivo para fazedores de cultura. Foram quatro anos difíceis para artistas, principalmente durante a pandemia da Covid-19, quando o auxílio a classe custou a chegar.



Pra gente, a frase soa como censura. 


Pelo combate ao desmatamento, votamos em Lula


Com Lula, a Amazônia deixou de perder 690 mil árvores por dia, em comparação ao governo de Jair Bolsonaro. Nos dois primeiros mandatos de Lula (2003 a 2010), a taxa de desmatamento na Amazônia caiu 62%. Com Jair Bolsonaro, subiu 54%. E agora, com Lula, já caiu 51% em comparação a 2022.


Flávio Bolsonaro segue os passos do pai ao caminhar juntos com o agro e garimpo, reproduzindo um discurso que critica ações de fiscalização de órgãos ambientais. Como senador, já apresentou proposta para acabar com a reserva florestal obrigatória em propriedades rurais, o que levaria ao desmatamento de milhões de hectares na Amazônia. 


Além de votar a favor do PL da Devastação, Flávio propôs emenda ao projeto que reduziu a responsabilidade de bancos em casos de danos ambientais causados por empreendimentos financiados que exijam licenciamento ambiental, como mineração e infraestrutura.


Na época, o banco Master mantinha investimentos em projetos de mineração, minerais críticos e créditos de carbono.


Pela democracia e soberania, votamos em Lula


Ainda que haja críticas sérias e pertinentes ao governo Lula, entendemos que o voto em Lula no próximo domingo é a única garantia que temos de um Brasil onde podemos demandar direitos e buscar construir de maneira participativa o futuro que queremos como sociedade. 


Diante da ameaça que a extrema direita de Flávio Bolsonaro representa para a democracia, para o respeito e avanço das pautas humanitárias e ambientais, nossa escolha não é difícil.


Em 2026, a Pororoka é Lula. 


No dia 4 de outubro, apertaremos 13. 






 
 

Em 2026, a Pororoka é Lula.

E neste artigo, te explicamos o porquê.

28 de setembro de 2026

Nascida a partir do encontro das águas do mar e dos rios, a pororoca é uma onda grande e estrondosa que desafia a correnteza em direção a nascente. Inspirada na natureza que agrega e resiste, o Coletivo Pororoka surgiu como uma mobilização para impedir o avanço da extrema direita em Belém, durante as eleições municipais de 2020. Nossa atuação se expandiu desde então, mas nunca esquecemos de onde partimos. 


E nós entendemos que nadar livremente contra a maré é uma escolha que só existe na democracia. 


Pela Soberania do Brasil, votamos em Lula.


Desde a invasão da Venezuela, está provado que os Estados Unidos possuem um plano de dominação para a América Latina. O Brasil representa uma peça central, devido aos bens comuns lidos como recursos estratégicos, relevância econômica e política, relações com a China e influência regional.


A família Bolsonaro articula com Trump a interferência dos EUA nas eleições brasileiras e sanções ao país para enfraquecer Lula: tarifaços, ameaças ao pix e classificação do PCC e CV como organizações terroristas, que servem somente para justificar ações militares dos Estados Unidos no Brasil.


A vitória de Flávio Bolsonaro significa entregar um Brasil soberano de bandeja para outro país.


Nunca esqueçamos que foi o governo americano que apoiou a instalação da ditadura civil-militar-empresarial de 1964. Foram 21 anos de violência institucionalizada, morte e tortura de brasileiros. 


Nunca mais.


Por acabar com as Bets, votamos em Lula


Mesmo diante da pressão dos setores que mais lucram com as apostas online, Lula determinou o fim das BETS por entender que o vício em jogos virou uma questão de Saúde Pública. 


Entre 2018 e 2025, os atendimentos do SUS relacionados ao vício em jogo patológico e problemas com apostas cresceram cerca de 140%.  


Na Economia, as Bets viraram o maior fator de endividamento das famílias, principalmente as de baixa renda.  No primeiro semestre de 2024, 1,3 milhão de brasileiros não conseguiram pagar suas contas por causa das BETS.


O dinheiro que vai para a aposta, também deixa de circular: de 2023 a 2026, as BETS tiraram R$143 bi do PIB do comércio nacional.


Pelo fim da escala 6x1, votamos em Lula


Lula defende ativamente o fim da escala 6x1 como uma conquista essencial para garantir ao trabalhador mais tempo de descanso e convívio com a família. A PEC do Fim da Escala 6x1 implementa a regra de dois dias de descanso a cada cinco trabalhados, jornada de trabalho de até 40 horas semanais e proíbe a redução de salários. 


Flávio Bolsonaro nunca se manifestou a favor da proposta e articulou, junto com seu coordenador de campanha Rogério Marinho (PL-RN), o esvaziamento do Senado para que a pauta não fosse votada antes do 1º turno das Eleições.


Por um Brasil que respeita a diversidade, votamos em Lula


O Brasil é um Estado laico, sem religião oficial e com liberdade de crença. Ou seja, a fé de todos deve ser respeitada, segundo a nossa Constituição Federal. Em seus três mandatos como presidente da República, Lula nunca priorizou um grupo religioso e sua visão de mundo para criar políticas públicas. 


Por outro lado, a ascensão do Bolsonarismo está diretamente ligada ao uso da religião para alavancar pautas conservadoras que perseguem políticas e direitos voltados para minorias sociais, gênero e diversidade. Quem perde? Negros, mulheres, população LGBTQIAP+, povos indígenas, crianças e adolescentes. 


Por que ninguém deve passar fome, votamos em Lula


Desde o primeiro mandato, em 2003, Lula é comprometido com a erradicação da fome no Brasil. Criou o Programa Fome Zero, conjunto de políticas públicas que garantiram comida no prato, transferência de renda e fortalecimento da agricultura familiar. 


Como resultado, em 2014, o Brasil saiu pela primeira vez do Mapa da Fome da ONU.


Mas o país voltou para a lista em 2021 sob o governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio.


No atual mandato de Lula, 16,7 milhões de pessoas deixaram a condição de insegurança alimentar. 


Em 2025, o Brasil saiu pela segunda vez do Mapa da Fome.


Por que Cultura importa, votamos em Lula


Como presidente, Lula ampliou recursos orçamentários para a Cultura, criou programas de fomento em âmbito nacional, leis e editais de incentivo que chegam em artistas, músicos, peças de teatro, festivais, filmes a nível federal, estadual e municipal. Em 2023, Lula recriou o Ministério da Cultura, extinto por Jair Bolsonaro, pai de Flávio. 


Agora, Lula promete levar as políticas públicas da Cultura para a Constituição Federal para que sejam continuadas, independente de governo. 


Por outro lado, o governo Bolsonaro reduziu o orçamento da Cultura em 63%, com menos projetos aprovados e valores repassados por meio de leis de incentivo para fazedores de cultura. Foram quatro anos difíceis para artistas, principalmente durante a pandemia da Covid-19, quando o auxílio a classe custou a chegar.


 Como Senador, Flávio Bolsonaro já defendeu que “cultura deve proteger valores religiosos e coibir atividades de cunho político-partidário”. 


Pra gente, a frase soa como censura. 


Pelo combate ao desmatamento, votamos em Lula


Com Lula, a Amazônia deixou de perder 690 mil árvores por dia, em comparação ao governo de Jair Bolsonaro. Nos dois primeiros mandatos de Lula (2003 a 2010), a taxa de desmatamento na Amazônia caiu 62%. Com Jair Bolsonaro, subiu 54%. E agora, com Lula, já caiu 51% em comparação a 2022.


Flávio Bolsonaro segue os passos do pai ao caminhar juntos com o agro e garimpo, reproduzindo um discurso que critica ações de fiscalização de órgãos ambientais. Como senador, já apresentou proposta para acabar com a reserva florestal obrigatória em propriedades rurais, o que levaria ao desmatamento de milhões de hectares na Amazônia. 


Além de votar a favor do PL da Devastação, Flávio propôs emenda ao projeto que reduziu a responsabilidade de bancos em casos de danos ambientais causados por empreendimentos financiados que exijam licenciamento ambiental, como mineração e infraestrutura.


Na época, o banco Master mantinha investimentos em projetos de mineração, minerais críticos e créditos de carbono.


Pela democracia e soberania, votamos em Lula


Ainda que haja críticas sérias e pertinentes ao governo Lula, entendemos que o voto em Lula no próximo domingo é a única garantia que temos de um Brasil onde podemos demandar direitos e buscar construir de maneira participativa o futuro que queremos como sociedade. 


Diante da ameaça que a extrema direita de Flávio Bolsonaro representa para a democracia, para o respeito e avanço das pautas humanitárias e ambientais, nossa escolha não é difícil.


Em 2026, a Pororoka é Lula. 


No dia 4 de outubro, apertaremos 13. 






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